“Eu aprendi que não importa quanta seriedade a vida exija de você, cada um de nós precisa de um amigo brincalhão, para se divertir junto.”
(William Shakespeare)
domingo, 27 de janeiro de 2013
Ela tinha um sonho
"Ela tinha um sonho… de morar perto da praia, toda manhã poder ver o sol nascer, e poder apreciar o mar refletir aquela obra tão divina. Ela tinha um sonho… de que seu amado estivesse ali do seu lado, iriam tomar café da manhã juntos, logo após, iriam caminhar na praia de mãos dadas, sentir a água do mar tocar seus pés, e sentir seus corpos se arrepiarem pelo toque da água fria. Ela tinha um sonho… que viveriam uma vida tranquila naquele lugar; que teriam filhos e netos, e ali mesmo passariam a velhice juntos. Ela tinha um sonho[…] Até a realidade bater a sua porta e mostrar que nada do que ela um dia sonhou, poderia ser realizado"
(Clarice Lispector)
(Clarice Lispector)
Look do dia

Troian Bellisario
Modernizou o look college ao combinar a camisa jeans com a saia de lã.
sábado, 26 de janeiro de 2013
Look do dia
Lauren Conrad. ![]() |
| O vestido levinho tipo camisa da Lauren Conrad é perfeito para um passeio à tarde! Com a sandália e bolsa pretos, o look fica mais fashion. |
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Noite ou Madrugada?
Oi gente!!! Olha boa noite para aqueles que vão dormir agora e boa madrugada para aqueles que irão ficar a noite acordado.
Para finalizar o meu dia, deixo uma última frase:
"Como não acredito em coisas eternas ..transformo meus momentos em inesquecíveis."
- Fernando Pessoa.
Look do dia
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Caderniho da Tati
Olá. Desculpem por eu não ter postado nada nos últimos meses (problemas com a internet. Estava em uma fazenda e agora estou em uma pequena cidadezinha Alto do Rodrigues que é bastante difícil pegar o Modem). Hoje vou postar 3 textos.
# 1º : Defeitos, desfeitos... ou (já) Feitos?
Defeitos, desfeitos ou (já) feitos?
Ao conhecê-lo. Ao compreendê-lo.
Ao conhecê-lo inquietantemente me lembrei de Leminski quando dizia que um homem com uma dor é muito mais elegante, que o homem com uma dor carrega o peso da dor como se portasse medalhas, uma coroa ou um milhão de dólares…
Ao compreendê-lo tranquilamente me lembrei de Gibran Khalil quando dizia sobre o homem que no seu eu, mora no silêncio e lá dentro permanecerá para sempre (não necessariamente) despercebido, mas eternamente inalcançável.
- caderninho de anotAÇÕES.
E por fim uma frases de uma das nossas melhores escritoras Tati Bernadi:
" Aquele abraço era o lado bom da vida, mas para variolizá-lo eu precisava viver. E que irônico: para viver eu precisava perdê-lo".
# 1º : Defeitos, desfeitos... ou (já) Feitos?
Defeitos, desfeitos ou (já) feitos?
Nesse momento, eu mesma não tenho certeza de muitas coisas, mas tudo que sei a meu respeito é muito doloroso, senão feio demais. Assim, aqui chego para confessar-me e, quem sabe, me perdoar por todos os meus maiores defeitos... Defeitos, desfeitos ou já feitos... Defeito # 01. Sempre tive em elevada estima a minha própria opinião, baseada em todas as dores e êxitos que já vivi, e você, mais do que ninguém, foi vitima disso. Defeito # 02. Exijo um volume de atenção infinitamente superior a atenção que precisamos dar a um bebê recém nascido de parto prematuro. Defeito # 03. Na minha vida, sempre tive mais entusiasmo do que energia de verdade. Na minha empolgação e paixão diante de tudo que me envolvo, me acostumei a aceitar mais do que consigo dar conta (física e emocionalmente), o que me fez desmoronar por diversas vezes, com demostrações bastante previsíveis de exaustão drástica, principalmente, no campo emocional. (Nesse momento era quando você virava o encarregado por "passar a vassoura" e catar os pedacinhos que havia sobrado de mim. Você entrava em cena para me recolher todas as vezes que eu enxergava, tarde demais, que já tinha me desintegrado). Defeito # 04. Aos olhos de todos sempre fui compreensiva; ao seu lado e em segredo fui orgulhosa, critica e intolerante e o que é ainda mil vezes pior, em conflito com você, sempre fui altamente covarde, nunca consegui ir adiante e fazer o que queria com medo de perder, abrir mão, do que achei ser minha única conquista positiva naquele momento (por pior que fosse, aos meus olhos, ainda era a melhor coisa que eu tinha - você)... Por tudo isso, eu me desculpo do fundo do meu coração. Mas, por último, se por todo esse tempo estive e ainda esteja insistindo em nós dois é porque sei que pior do que tudo isso que posso ter sido e feito, o meu defeito mais desonroso você talvez ainda venha a descobrir... Embora eu leve muuuuito tempo para chegar a esse ponto, assim que decido que alguém "is not worth", essa pessoa assim será pela vida toda - com demasiada frequência, eliminada para sempre, sem aviso prévio ou explicação, sem segunda chance - essa pessoa cai automaticamente de sua cadeira cativa no meu coração (onde não existem muitas). Por tudo isso é que eu ainda insisto tanto, assim como você insistiu cada vez que eu quis ir embora. Igualmente a você, quando eu desistir, desistirei convicta e para sempre. Mas, diferentemente de você, não suportarei conversar com você quando o momento já não for mais o mesmo ou o ideal para mim. Esse texto não é, de forma alguma, qualquer espécie de ameaça, mas apenas uma tentativa desumana (comigo mesma) de tentar justificar meu desespero insano em nos ver juntos outra vez... Talvez você esteja certo, e eu esteja apenas tendo que "me recolher" - meus próprios cacos - e, dessa vez, sozinha... Por ter me empolgado demais, apaixonado demais, mais uma vez, por algo que eu não me dei conta que nunca conseguiria dar conta - você.
- caderninho de anotAÇÕES.
Ao conhecê-lo. Ao compreendê-lo.
Ao compreendê-lo tranquilamente me lembrei de Gibran Khalil quando dizia sobre o homem que no seu eu, mora no silêncio e lá dentro permanecerá para sempre (não necessariamente) despercebido, mas eternamente inalcançável.
- caderninho de anotAÇÕES.
E por fim uma frases de uma das nossas melhores escritoras Tati Bernadi:
" Aquele abraço era o lado bom da vida, mas para variolizá-lo eu precisava viver. E que irônico: para viver eu precisava perdê-lo".
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